De janeiro a julho, o preço dos imóveis residenciais à venda no mercado brasileiro teve queda real de 3,05%, de acordo com o Índice FipeZap, que acompanha o preço de imóveis anunciados para venda em 20 cidades brasileiras.
A queda real é registrada quando o valor de um determinado bem tem uma alta menor que o aumento generalizado dos preços, medido pelo IPCA. No período, o preço médio dos imóveis recuou 0,23%, enquanto a inflação esperada no período foi de 2,91%. Vale destacar que a variação real não é obtida com uma simples subtração. Para realizar o cálculo, é preciso dividir a oscilação dos preços pela variação da inflação.
O comportamento dos preços não foi homogêneo entre as cidades monitoradas pelo índice. Nove das vinte cidades apresentaram alta no preço de venda no ano, com destaque para São Caetano do Sul (2,49%), São Paulo (1,42) e Vila Velha (1,40%). Em julho, o preço médio dos imóveis no país ficou praticamente estável, com ligeiro recuo de 0,07%. No mês, é esperada uma inflação de 0,30%.
Entre os municípios com maior queda de preços, estão Rio de Janeiro (-1,60%), Distrito Federal (-1,57%) e Niterói (-0,93%).
O valor médio dos imóveis à venda anunciados nas 20 cidades encerrou julho em 7.534 reais por metro quadrado. Rio de Janeiro se manteve como a cidade mais cara do país, com metro quadrado médio de 9.512 reais.
Nos últimos 12 meses até julho, o preço dos imóveis residenciais à venda acumula baixa de 0,38% e queda real de 4,63%.
Fonte: Revista Exame
Publicações relacionadas
Evento reunirá especialistas das áreas jurídica e técnica para debater temas estratégicos da construção civil e marcará o lançamento do Roteiro Prático das Normas da ABNT para Advogados.
Encontro reunirá associados e especialistas do setor para uma roda de conversa sobre os principais desafios jurídicos e práticos envolvendo os condomínios de lotes, em Goiânia.
Estrutura exigiu metodologia construtiva inédita e execução artesanal para garantir precisão nas curvas e acabamento arquitetônico do concreto
Quando viajar não faz parte dos planos, áreas de lazer ganham protagonismo na rotina das famílias e passam a influenciar a escolha por um novo lar