Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com a Caixa Econômica Federal, revelam que o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) apresentou em agosto uma variação de 0,24%, o que o deixa 0,04 ponto percentual acima da taxa de julho (0,20%). O resultado dos últimos 12 meses é de 5,98%, número menor em relação aos 12 meses imediatamente anteriores (6,47%). Em agosto de 2015, a variação mensal havia ficado em 0,70%. O custo nacional da construção por metro quadrado fechou em R$ 1.012,16 no mês de agosto, sendo deste valor R$ 527,83 relativo a materiais e R$ 484,33 à mão de obra. O custo de julho era de R$ 1.009,76. A parcela dos materiais apresentou queda (0,03%) pelo segundo mês consecutivo, após a taxa apresentada em julho de 0,11%. A mão de obra, por sua vez, variou 0,53% no mês, o que indicou estabilidade em relação ao mês anterior (0,54%). Os acumulados de janeiro a agosto foram de 2,27% (materiais) e 8,25% (mão de obra). Em 12 meses, as variações foram de 3,31% (materiais) e 9,01% (mão de obra). A maior alta mensal foi registrada na região Centro-Oeste (2,51%), seguida pela Nordeste (0,10%), Sul (0,07%), Norte (0,03%) e Sudeste (0,09%). Os custos regionais foram, em ordem decrescente: R$ 1.059,87 (Sudeste), R$ 1.034,72 (Sul), R$ 1.025,21 (Centro-Oeste), R$ 1.018,02 (Norte) e R$ 939,93 (Nordeste). Mato Grosso foi o Estado a apresentar a maior variação mensal, de 5,06%, em decorrência da pressão exercida pelo reajuste salarial do acordo coletivo. Em seguida, estão Goiás (3,14%) e Espírito Santo (1,82%), também sob impacto de reajuste salarial.(Fonte: CBIC Hoje)
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