O PIB da construção cresceu 5,6% no terceiro trimestre, em relação ao segundo, quando havia registrado queda de 5,7% em relação ao primeiro. Já o PIB nacional se elevou em 7,7% no terceiro trimestre, ante uma queda de 9,7% registrada no segundo. Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira, dia 3 de dezembro.
Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, o PIB nacional declinou 3,9%. Na mesma comparação, o PIB da construção recuou 7,9%.
Na análise do vice-presidente de Economia do SindusCon-SP, Eduardo Zaidan, o crescimento do PIB da construção no terceiro trimestre foi ocasionado principalmente pela retomada do ritmo de produção da construção formal e do consequente consumo de materiais, além do prosseguimento da ocupação informal em reformas, ainda alavancada pelo auxílio emergencial.
”Hoje a atividade do setor praticamente voltou ao nível existente antes da pandemia e, na estimativa do SindusCon-SP, a perspectiva de crescimento do PIB da construção em 3,8% em 2021 se mantém, principalmente em função das obras contratadas e, esperamos, do incremento dos investimentos, se a política econômica conseguir encaminhar satisfatoriamente a questão fiscal”, comenta Zaidan.
O PIB das atividades imobiliárias registrou um crescimento de 1,1% no terceiro trimestre, ante um crescimento de 0,5% no segundo, na comparação com o primeiro. Em relação ao terceiro trimestre de 2019, o PIB deste segmento aumentou 2,7%.
A taxa de investimento no terceiro trimestre foi de 16,2% do PIB, praticamente estável em relação ao 16,3% registrados no mesmo trimestre de 2019.
A Formação Bruta de Capital Fixo recuou 7,8% no terceiro trimestre, menos do que a queda de 15,2% no segundo, em relação aos mesmos períodos do ano passado.
Fonte: Sinduscon-SP
Publicações relacionadas
Painel monumental executado manualmente no rooftop de edifício na Ricardo Paranhos, em Goiânia, transforma empreendimento em novo marco visual da capital
Entre as três cidades brasileiras mais procuradas para imóveis de luxo, a capital goiana comemora melhor resultado histórico no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal, ficando entre as cinco capitais brasileira mais desenvolvidas do país
Pesquisa de consolidação do primeiro trimestre de 2026 da Ademi-GO aponta aquecimento da demanda, subdesempenho do MCMV na capital e sinal amarelo para os prazos de licenciamento; Com mercado aquecido, vendas residenciais nos primeiros três meses de 2026 superam em 12,7% as vendas do mesmo período do ano passado; Valorização dos imóveis registra 3,6% no primeiro trimestre e deve seguir intensa com as pressões estruturais do mercado.
Para suprir a crescente necessidade de moradores que possuem carros de maior porte, as construtoras estão inovando. Espaço gigante tem acesso exclusivo, lâmpadas de led e bancada