Lançamentos de novos empreendimentos sobem 91% e vendas seguem o ritmo registrado em 2014. Se há no País uma crise nos negócios da construção, em Goiás não é esta a situação. Aqui, o mercado de imóveis permanece estável. Esta é a conclusão do diário goianiense O Hoje e estampa o destaque da seção de economia do jornal, na edição de sábado passado, 8 de agosto. Diz a matéria, assinada pela jornalista Thaís Lobo, que nem mesmo a alta dos juros e as mudanças nos financiamentos dos bancos públicos conseguiram retrair o mercado imobiliário em Goiânia, baseando-se em avaliação do presidente da Ademi-GO, Renato de Sousa Correia. Os números: até junho, foram vendidas 3.414 unidades no Estado, só um pouco menos que no ano passado, quando foram negociadas 3.463 unidades. A mesma opinião foi expressada pelo presidente do Sinduscon-GO), Carlos Alberto Moura, que comentou: “A alta dos juros e a nova política de financiamentos da Caixa e do Banco do Brasil tiveram um impacto de 30% nas devoluções no País, mas Goiás não sofreu com isso. O mercado está estável, e mantendo velocidade de venda.” Prossegue a reportagem: “O bom momento do setor imobiliário em Goiás é revelado por outro número: o de lançamentos. Neste ano, apesar da crise, foram colocadas no mercado 2.668 unidades até junho, o que representa um crescimento de 91% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram lançadas 1.397 unidades. O presidente da Ademi-GO explica que a alta nos lançamentos este ano se deve em parte às dificuldades que muitos empreendimentos tiveram no ano passado na aprovação de seus projetos no primeiro semestre. Este ano nós lançamos mais e, como o mercado comprou mais, o estoque caiu.” Conclusão: A queda nos estoques deve pressionar os preços para cima (Renato de Sousa Correia) . Segundo ele, a alta dos juros e da inflação aumentou o custo da construção e o valor dos imóveis em Goiânia já é cerca de 30% abaixo da média nacional. Apesar das dificuldades do setor, que tem sofrido em nível nacional, a expectativa, em Goiânia, é fechar o ano com estabilidade. “O mercado no Brasil vai continuar difícil e em Goiás também vai ser um desafio, mas eu acredito que nós vamos manter os níveis de venda de 2014. Goiânia tem uma demanda por habitação ainda latente e isso segura o mercado,” diz o presidente da Ademi-GO.”
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