O ConstruBR, que será realizado nos próximos dias 23 e 24 de abril, no Expo Transamérica, em São Paulo, se volta para debater as melhores práticas do setor da construção e estimular a troca de experiências em favor da elevação da produtividade na construção. O evento, que reunirá congresso, feira e rodadas de negócios em um mesmo ambiente, conta com o apoio de mais de 50 entidades representativas do setor, entre as quais Abal, ABCP, ABCIC, Abecip, Abrainc, Abrafati, Abravidro, Abrinstal, CBIC e Fiabci Brasil. O congresso será aberto com a divulgação de um manifesto em favor da elevação da produtividade na construção. Da solenidade de abertura participarão os presidentes Sergio Watanabe (Sinduscon-SP), Walter Cover (Abramat) e Paulo Simão (CBIC). A seguir, Eduardo Zaidan, vice-presidente de Economia do SindusCon-SP, e José Rocha (Deloitte) apresentarão estudo sobre o tema. Na sequência, o empresário Jorge Gerdau Johannpeter, presidente da Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade da Presidência da República, falará sobre os projetos voltados ao setor relativos à questão. A Booz & Company apresentará os resultados de estudo sobre quanto a burocracia encarece os empreendimentos imobiliários, seguindo-se debate entre lideranças da Abrainc, da CBIC e autoridades da União, do Estado e da capital paulista. O moderador deste painel será Eduardo Capobianco, representante do Sinduscon-SP junto à Fiesp. (Fonte: CBIC Hoje)
Publicações relacionadas
Nova obra na recepção da ADEMI homenageia as empresas associadas e simboliza a força do mercado imobiliário.
Alta de 11,5% nos imóveis residenciais coloca a capital entre as três com maior valorização do país, segundo o FipeZap. Felipe Melazzo destaca impacto das decisões urbanísticas na formação dos preços
Movimento do Novo Urbanismo chega de forma inédita a Aparecida de Goiânia através da CINQ Inteligência Urbana, que anunciou o primeiro lançamento da Cidade do Amanhã
Residencial conta com pavimento exclusivo de lazer com mais de 1.200 m² e busca suprir demanda por novos imóveis em uma das regiões de maior fluxo econômico da capital, além do crescimento do público investidor interessado em valorização e nos formatos de locação