Uma das questões sobre concessões de infraestrutura que será abordada pela Comissão de Obras Públicas da CBIC durante o 85º Enic será sobre quais garantias reais precisam estar presentes no programa de concessões do governo federal, de modo a assegurar o interesse de participação das empresas privadas. O tema será abordado no painel ?O papel das concessões no desenvolvimento da infraestrutura. Como podemos avançar?. Esse painel contará com a participação do economista Gesner de Oliveira, do presidente da Compesa, Roberto Cavalcanti de Oliveira, do presidente da ABCR, Moacyr Duarte, e do diretor de Saneamento e Infraestrutura da Caixa Econômica Federal, Rogério Tavares. Durante o painel, também serão respondidas, entre outras, estas questões: ?Como analisar os primeiros resultados das concessões rodoviárias?, e ?O programa de concessões de ferrovias prevê passar à iniciativa privada a construção de 11 mil quilômetros de linhas. Os estudos apresentados pelo governo são suficientes para as empresas formularem suas propostas?? Ao painel ?Fatores Ofensores ao Sucesso da Gestão na Construção Industrial?, o Fórum Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços da CBIC levará Juarez Fernando G. Sigwalt, representante da Vale S.A; Luiz Fernando Pires, presidente do Sinduscon-MG; Ailton Queiroz, presidente do Project Management Institute (PMI); Ricardo Antonio A. Reis; Paulo Emílio Vaz, representante do Ietec; e Ilso José de Oliveira, diretor de Obras Industriais do Sinduscon-MG.
Publicações relacionadas
Nova obra na recepção da ADEMI homenageia as empresas associadas e simboliza a força do mercado imobiliário.
Alta de 11,5% nos imóveis residenciais coloca a capital entre as três com maior valorização do país, segundo o FipeZap. Felipe Melazzo destaca impacto das decisões urbanísticas na formação dos preços
Movimento do Novo Urbanismo chega de forma inédita a Aparecida de Goiânia através da CINQ Inteligência Urbana, que anunciou o primeiro lançamento da Cidade do Amanhã
Residencial conta com pavimento exclusivo de lazer com mais de 1.200 m² e busca suprir demanda por novos imóveis em uma das regiões de maior fluxo econômico da capital, além do crescimento do público investidor interessado em valorização e nos formatos de locação