O auditor fiscal do trabalho e coordenador do Grupo de Trabalho eSocial do Ministério do Trabalho e Emprego (GT-eSocial-MTE), José Alberto Maia, apresentou na última terça-feira aos membros da Comissão de Política e Relações Trabalhistas (CPRT) da CBIC o e-Social. Trata-se de uma escrituração digital da folha de pagamento e das obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais relativas a todo e qualquer vínculo trabalhista contratado no Brasil. O projeto visa a atender as necessidades da Secretaria da Receita Federal do Brasil, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), da Caixa Econômica Federal e do Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (CCFGTS), bem como a Justiça do Trabalho, em especial no módulo relativo ao tratamento das Ações Reclamatórias Trabalhistas. A estimativa de implantação do eSocial é a seguinte: Empresas do Lucro Real: até 30/04/2014 ? Cadastramento inicial; até 30/05/2014 ? Envio dos eventos de mensais de folha e apuração dos tributos; a partir da competência 07/2014 ? substituição da GFIP. Empresas do Lucro Presumido e do Simples Nacional: até 30/09/2014 ? Cadastramento inicial; até 30/10/2014 ? Envio dos eventos de mensais de folha e apuração dos tributos; a partir da competência 11/2014 ? substituição da GFIP. A substituição da DIRF, RAIS, CAGED e outras obrigações a partir de janeiro de 2015.
Publicações relacionadas
Nova obra na recepção da ADEMI homenageia as empresas associadas e simboliza a força do mercado imobiliário.
Alta de 11,5% nos imóveis residenciais coloca a capital entre as três com maior valorização do país, segundo o FipeZap. Felipe Melazzo destaca impacto das decisões urbanísticas na formação dos preços
Movimento do Novo Urbanismo chega de forma inédita a Aparecida de Goiânia através da CINQ Inteligência Urbana, que anunciou o primeiro lançamento da Cidade do Amanhã
Residencial conta com pavimento exclusivo de lazer com mais de 1.200 m² e busca suprir demanda por novos imóveis em uma das regiões de maior fluxo econômico da capital, além do crescimento do público investidor interessado em valorização e nos formatos de locação