De acordo com o Ricardo Teixeira, diretor da URBS-RT, Goiânia sentiu menos a crise do mercado imobiliário internacional que as demais capitais brasileiras. Para ele, o crescimento previsto para 2014 é da ordem de 10%. O executivo explica, também na reportagem de O Hoje, que a indústria imobiliária atuou em nicho, condo-hotel, em empreendimentos comerciais em regiões não assistidas como em Aparecida de Goiânia, que experimenta um desenvolvimento imobiliário muito grande, principalmente na região próxima do Buriti Shopping. ?Goiânia é um trevo imobiliário, cuja parte logística tem sido explorada há muito pouco tempo. O que foi trabalhado tem apresentado resultados acima da média e ainda há muitos nichos no mercado imobiliário a serem explorados na cidade?, relatou. Ele aposta ainda no crescimento da renda, no fato de a população ser bastante jovem e por apenas 6% da população goianiense morar em apartamentos. Teixeira diz que, apesar de jovem, o mercado imobiliário goianiense é muito maduro e que nada é colocado em prática sem uma análise criteriosa. Questionado sobre um risco de bolha imobiliária, ele garante que esse perigo não existe, e cita como exemplo o ano passado, quando o número de unidades vendidas foi maior que o de lançamentos. ?O mercado está muito atento. Além disso, no Brasil, diferentemente do que ocorreu nos Estados Unidos, o acesso ao crédito não é facilitado e o dinheiro só é liberado para quem tem condições de honrar os compromissos?, ressaltou.
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