O governo federal elevou de R$ 500 mil para R$ 750 mil o valor máximo dos imóveis que serão financiados pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) para São Paulo, Rio, Minas e Distrito Federal. Em Goiás e demais Estados, o novo limite será de R$ 650 mil. A mudança já está valendo. Os novos tetos foram decididos pelo Conselho Monetário Nacional, medida interpretada como uma ofensiva para dar impulso no PIB num momento em que o programa de concessões em infraestrutura tem desempenho abaixo do esperado. Mas se trata de antiga reivindicação do setor da construção civil, por conta da alta geral dos preços da construção. Foram também dadas condições para que governos estaduais e prefeituras obtenham mais financiamentos para obras de saneamento, Minha Casa, Minha Vida e PAC. Os novos limites para financiamento imobiliário atendem bem aos anseios das construtoras, em vista da notória defasagem de preços. A última alteração do limite de financiamento havia sido feita em 2009. Nesta modalidade, os juros são limitados a 12% ao ano. As informações são dos jornais O Estado de S. Paulo e O Globo.
Publicações relacionadas
Nova obra na recepção da ADEMI homenageia as empresas associadas e simboliza a força do mercado imobiliário.
Alta de 11,5% nos imóveis residenciais coloca a capital entre as três com maior valorização do país, segundo o FipeZap. Felipe Melazzo destaca impacto das decisões urbanísticas na formação dos preços
Movimento do Novo Urbanismo chega de forma inédita a Aparecida de Goiânia através da CINQ Inteligência Urbana, que anunciou o primeiro lançamento da Cidade do Amanhã
Residencial conta com pavimento exclusivo de lazer com mais de 1.200 m² e busca suprir demanda por novos imóveis em uma das regiões de maior fluxo econômico da capital, além do crescimento do público investidor interessado em valorização e nos formatos de locação