Insatisfeitos com o desempenho da economia, representantes de associações do setor da construção civil no País lançaram na semana passada em São Paulo, durante o ConstruBR, um manifesto com pedidos de reforma na política econômica do País, além de reivindicações específicas para o mercado imobiliário. Entre as principais bandeiras está a transformação do Minha Casa, Minha Vida em uma política permanente de Estado, em vez de um programa passageiro de governo. O Minha Casa, Minha Vida está em sua segunda fase, que vai até o fim deste ano. O futuro do programa habitacional em 2015, porém, ainda é incerto. O governo federal já disse que fará uma terceira fase, mas não definiu suas metas. Além disso, uma possível mudança no governo após as eleições aumenta as dúvidas sobre como o programa será tocado no ano que vem. (Fonte: CBIC Clipping)
Publicações relacionadas
Em 20 anos, incorporadora soma 67 empreendimentos lançados e 5.094 unidades entregues; somente nos últimos dois anos, ultrapassou R$ 2,2 bilhões em VGV
Com 7.219 unidades residenciais comercializadas, capital registrou o maior semestre de vendas da série histórica, sustentou o patamar de faturamento do setor mesmo lançando menos e acumula valorização de 105% no metro quadrado desde 2021; tudo isso em um ciclo de juros elevados
Decorado do Casa Conceito Marista, da Terral Incorporadora, reúne matérias-primas naturais, projeto de iluminação, curadoria de arte e layouts personalizados, traduzindo novas formas de viver os imóveis de alto padrão
Com pets cada vez mais integrados à rotina doméstica, empreendimentos incorporam espaços destinados à convivência e aos cuidados com os animais