Ganhou destaque na edição de hoje de O Popular o questionamento apresentado pelo Fórum de Mobilidade da Região Metropolitana de Goiânia, durante sua 20ª Reunião Ordinária, realizada ontem o auditório da Ademi-GO. O jornal apresenta como destaque a colocação da tese de defesa do subsídio para a melhora do sistema, com ênfase na exposição do convidado especial do evento, o economista Samuel de Abreu Pessoa. O Setransp, presente na pessoa do executivo Milton Guedes, apresentou o valor de R$ 3,12 como custo ideal para a tarifa, provocando um abismo de 42 centavos por viagem, com o congelamento em R$ 2,70, e levando ao subsídio cruzado, que foi o centro da discussão. Para Samuel, o subsídio cruzado no transporte coletivo ?é um absurdo?. Para o prefeito Paulo Garcia, que compareceu pessoalmente à reunião, a ideia do palestrante é válida, mas é preciso que se ?encontrem formas para que o sistema seja financiado.? Já o jornal O Hoje apontou, em chamada de primeira página: ?A crise no transporte público coletivo da Grande Goiânia voltou ontem ao centro dos debates, em reunião do Fórum de Mobilidade Urbana realizada na Ademi-GO. Empresários, políticos e técnicos discutiram saídas. Principal ponto é quem deve financiar os custos do transporte público. Economista do Ibre/FGV, que veio a Goiânia especialmente para o debate, defendeu que a sociedade arque com o financiamento.? Em declarações, ontem, à TV Anhanguera, primeiramente no Bom Dia Goiás, depois no Jornal Anhanguera 1ª Edição, o presidente da Ademi e do Fórum de Mobilidade, Ilézio Inácio Ferreira, analisou como positivas as alternativas que vêm sendo adotadas em Goiânia, especialmente a partir dos corredores exclusivos de ônibus, destacando os investimentos em BRT e VLT, mas insistindo na ampliação dos espaços segregados nas vias alimentadoras, como propostas reais e concretas, neste momento, para a melhora do sistema, principalmente com o foco na maior qualidade dos serviços de transportes públicos prestados à população de Goiânia e cidades da Região Metropolitana.
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