Estudos e levantamentos elaborados pelos ministérios das Cidades, Trabalho e Emprego e pela Fundação Getúlio Vargas mostram que o Programa Minha Casa, Minha Vida tem impactado o nível de emprego no País. De acordo com o Ministério das Cidades, o Minha Casa foi responsável pela abertura direta e indireta de 1,2 milhão de postos de trabalho no setor em 2013. Em 2009, primeiro ano do programa, foram criados mais de 158 mil empregos dentro do Minha Casa, Minha Vida. Os números sinalizam a evolução da mão de obra, refletindo também a geração de renda. Já o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, informa que o setor da construção civil abriu 75.725 empregos com registro em carteira nos primeiros quatro meses deste ano. Estudo da Fundação Getúlio Vargas, divulgado em abril deste ano, mostrava que a intenção de contratação por parte das empresas da construção civil ainda é alta. O levantamento indica que entre as companhias que atribuem importância elevada ao Minha Casa, Minha Vida, 32,7% preveem aumentar a mão de obra e apenas 5,8% pretendem diminuí-la. Na média do setor, os percentuais são 24,2% e 14,7%, respectivamente. O levantamento foi realizado com 646 empresas. ?A pesquisa mostra que a intenção de contratação da mão de obra parte das empresas que estão trabalhando com o Programa Minha Casa, Minha Vida?, avalia a coordenadora de estudos da construção da FGV, Ana Maria Castelo. A FGV também realizou pesquisa sobre a influência do Minha Casa, Minha Vida na decisão de empresas realizarem investimentos. Em relação aos próximos doze meses, 9,6% das empresas pesquisadas disseram acreditar que o programa terá importância alta na atividade e 11% que a importância será média. Ainda de acordo com o levantamento, as empresas que atribuem elevada influência ao MCMV estão otimistas quanto à evolução dos negócios nos seis meses seguintes. Neste grupo, 42,3% estão prevendo melhora dos negócios e apenas 7,7%, piora. Na média global do setor da construção, esses percentuais são de 30,4% e 8,3%, respectivamente. (Fonte: Agência Caixa de Notícias)
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