Deu hoje na coluna Giro, do jornalista Jarbas Rodrigues Júnior (O Popular): ?A complicada situação financeira da Celg, sem caixa para investir na expansão e manutenção da rede de energia elétrica, é fruto da repactuação de suas dívidas com a Eletrobras, em 2012, afirma o presidente da CelgPar (holding), Fernando Navarrete. Para o presidente, os prazos da repactuação foram curtos e com juros altos, acima de 20% ao ano. Navarrete justifica que o Estado aceitou essas condições na época porque foram acertadas às vésperas do prazo final para a Celg obter a certidão de adimplência, necessária à renovação da concessão na Aneel. O presidente revela que em setembro Estado e Eletrobras renegociaram o acordo anterior e agora a estatal federal não precisa mais aportar recursos na Celg. Ela vai apenas ser fiadora da captação de empréstimos no mercado. Em carta enviada ao Ministério de Minas e Energia, segunda-feira, Navarrete pede novamente ajuda para renovar a concessão da Celg, que vencerá em 2015.?
Publicações relacionadas
Entre pais que inspiraram filhos e filhos que abriram caminho para os pais, histórias de famílias ligadas ao mercado imobiliário revelam relações que vão muito além do trabalho
Conselho Jurídico da CBIC debate industrialização, desafios regulatórios, relações de trabalho e medidas para ampliar a segurança jurídica e a produtividade do setor.
Com população idosa em crescimento acelerado, incorporadoras investem em soluções que unem acessibilidade, autonomia e design para atender ao público 60+
Contribuindo com a qualificação urbana de Goiânia, Sousa Andrade Construtora participou do Programa Adote uma Praça, promovendo intervenções de paisagismo, acessibilidade, iluminação e infraestrutura