Deu hoje na coluna Giro, do jornalista Jarbas Rodrigues Júnior (O Popular): ?A complicada situação financeira da Celg, sem caixa para investir na expansão e manutenção da rede de energia elétrica, é fruto da repactuação de suas dívidas com a Eletrobras, em 2012, afirma o presidente da CelgPar (holding), Fernando Navarrete. Para o presidente, os prazos da repactuação foram curtos e com juros altos, acima de 20% ao ano. Navarrete justifica que o Estado aceitou essas condições na época porque foram acertadas às vésperas do prazo final para a Celg obter a certidão de adimplência, necessária à renovação da concessão na Aneel. O presidente revela que em setembro Estado e Eletrobras renegociaram o acordo anterior e agora a estatal federal não precisa mais aportar recursos na Celg. Ela vai apenas ser fiadora da captação de empréstimos no mercado. Em carta enviada ao Ministério de Minas e Energia, segunda-feira, Navarrete pede novamente ajuda para renovar a concessão da Celg, que vencerá em 2015.?
Publicações relacionadas
Nova obra na recepção da ADEMI homenageia as empresas associadas e simboliza a força do mercado imobiliário.
Alta de 11,5% nos imóveis residenciais coloca a capital entre as três com maior valorização do país, segundo o FipeZap. Felipe Melazzo destaca impacto das decisões urbanísticas na formação dos preços
Movimento do Novo Urbanismo chega de forma inédita a Aparecida de Goiânia através da CINQ Inteligência Urbana, que anunciou o primeiro lançamento da Cidade do Amanhã
Residencial conta com pavimento exclusivo de lazer com mais de 1.200 m² e busca suprir demanda por novos imóveis em uma das regiões de maior fluxo econômico da capital, além do crescimento do público investidor interessado em valorização e nos formatos de locação