O Fundo Monetário Internacional (FMI) promoveu uma nova rodada de redução das projeções de crescimento para o Brasil, estimando taxas de expansão inferiores às da economia global para o período entre 2013 e 2015. Em documento divulgado nesta terça-feira, o Fundo diminuiu de 2,5% para 2,3% o avanço previsto para este ano e de 3,2% para 2,8% o esperado para o ano que vem, abaixo dos 3,7% e 3,9% estimados para a economia mundial. A previsão para o avanço do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no ano passado também foi ligeiramente reduzida, de 2,5% para 2,3%, inferior aos 3% projetados para a economia global. Entre os grandes emergentes, o Brasil deixa de ser aquele com as piores perspectivas de crescimento nas estimativas do FMI, posto que passou a caber à Rússia. O Fundo acredita que a economia russa avance 2% neste ano e 2,5% no ano que vem, abaixo dos 2,3% e 2,8% projetados para o Brasil. A expansão brasileira, porém, será bem inferior à projetada para o conjunto dos emergentes, de 5,1% em 2014 e de 5,4% em 2015. Pelas estimativas do Fundo para 2013, porém, o Brasil, com alta do PIB projetada de 2,3%, deve ter se saído melhor que o México (1,2%), a Rússia (1,5%) e a África do Sul (1,8%). Entre os principais emergentes, China, com alta de 7,7%, e Índia, com 4,4%, devem ter superado o Brasil. (Fonte: Valor Econômico)
Publicações relacionadas
Nova obra na recepção da ADEMI homenageia as empresas associadas e simboliza a força do mercado imobiliário.
Alta de 11,5% nos imóveis residenciais coloca a capital entre as três com maior valorização do país, segundo o FipeZap. Felipe Melazzo destaca impacto das decisões urbanísticas na formação dos preços
Movimento do Novo Urbanismo chega de forma inédita a Aparecida de Goiânia através da CINQ Inteligência Urbana, que anunciou o primeiro lançamento da Cidade do Amanhã
Residencial conta com pavimento exclusivo de lazer com mais de 1.200 m² e busca suprir demanda por novos imóveis em uma das regiões de maior fluxo econômico da capital, além do crescimento do público investidor interessado em valorização e nos formatos de locação