O Índice Nacional de Custo da Construção-M (INCC-M) subiu 0,27% em novembro, informou nesta terça-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV). Apesar da alta, a taxa registrada este mês é inferior aos valores anteriores, de 0,33%, em outubro, e 0,43%, em setembro. No acumulado do ano, o índice acumula 7,82% e, em 12 meses, 8,12%. De todas as sete capitais pesquisadas, a maior variação foi em Recife, de 2,71%. O Rio segue a média nacional e teve registro de 0,23%. Em outubro, foi de 0,33%. O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços também teve variação positiva, porém, menor que o mês anterior, passando de 0,68% para 0,29%. O resultado foi puxado pelo subgrupo Materiais e Equipamentos, que passou de 0,82% para 0,38% este mês. Já o grupo Mão de Obra, que estava estável até outubro, agora, teve alta de 0,25%, puxado, principalmente, pelo dissídio coletivo ocorrido em Recife. No acumulado do ano, Materiais, Equipamentos e Serviços registrou 6,08% e Mão de Obra, 9,47%. Nos últimos 12 meses, 6,36% e 9,81%, respectivamente. O INCC-M, junto com ao o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) e o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), faz parte do cálculo do Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M). Se o custo aumentou, o Índice de Confiança da Construção (ICST), por outro lado, recuou no trimestre encerrado em novembro, em 3,7%, na comparação com o mesmo período de 2012, segundo a FGV. A queda é menor que a registrada na comparação entre os trimestres finalizados em outubro, em que o indicador havia recuado 4,3%. Segundo a FGV, a evolução é resultado da melhora do Índice da Situação Atual (ISA-CST) que caiu 5,9%, este mês, sendo que no mês anterior o recuo havia sido de 6,9 %. Na comparação interanual mensal do ISA-CST, também houve avanço, com a variação passando de -7,9%, em outubro, para - 5,7%, em novembro. O Índice de Expectativas (IE-CST) teve queda, em novembro, de 1,7 %. Em outubro, também havia caído, mas 1,9 %, o que mostra uma relativa estabilidade nas comparações trimestrais.
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