A inflação em alta, a maior dificuldade em conseguir crédito, a incerteza política e o aumento dos custos para construção civil acenam para um período de desafios no setor. O cenário é ainda pior entre as micro, pequenas e médias empresas, que precisam focar em reestruturação e sair da informalidade para não fechar. "Hoje, cerca de 80% das construtoras são consideradas pequenas e médias, mas há uma perspectiva de que ao menos 10% delas precisem fechar suas portas", previu o professor de macroeconomia da Universidade Brasília (UnB) Cláudio Rotto. Para driblar esse problema, o presidente do Sindicato da Construção de São Paulo (Sinduscon SP), Sérgio Watanabe, aposta na terceirização, já que as grandes companhias passam aos pequenos empreiteiros serviços como pintura, assentamento de pisos e outras funções. "Mas essas empresas precisam passar por capacitação jurídica e legal." (Fonte: DCI - Comércio, Indústria e Serviços)
Publicações relacionadas
Alta de 11,5% nos imóveis residenciais coloca a capital entre as três com maior valorização do país, segundo o FipeZap. Felipe Melazzo destaca impacto das decisões urbanísticas na formação dos preços
Movimento do Novo Urbanismo chega de forma inédita a Aparecida de Goiânia através da CINQ Inteligência Urbana, que anunciou o primeiro lançamento da Cidade do Amanhã
Residencial conta com pavimento exclusivo de lazer com mais de 1.200 m² e busca suprir demanda por novos imóveis em uma das regiões de maior fluxo econômico da capital, além do crescimento do público investidor interessado em valorização e nos formatos de locação
“Projeção é atingir 1 milhão de contratos”, afirmou Ministro das Cidades sobre as expectativas de financiamentos para este ano no Brasil; especialistas do setor em Goiânia comemoram o cenário frisando o investimento ativo em lançamentos que se enquadram no programa