O Índice de Confiança da Indústria (ICI) cedeu 5,1% em maio, na comparação com o mês anterior, saindo de 95,6 pontos para 90,7 pontos, conforme a Sondagem da Indústria de Transformação, da Fundação Getulio Vargas (FGV). É a maior queda registrada desde dezembro de 2008, quando o indicador recuou 9,2%. O resultado aumenta o distanciamento do índice em relação à sua média histórica, de 105,5 pontos. A queda da confiança da indústria em maio foi maior que a sinalizada pela prévia do indicador, divulgada na semana passada, que havia caído 4,6%. No confronto com maio do ano passado, o índice recuou 13,1%. De acordo com a FGV, houve deterioração tanto das avaliações sobre a situação presente quanto do quadro nos meses seguintes. O Índice da Situação Atual (ISA) diminuiu 5,1%, para 92,3 pontos, e o Índice de Expectativas (IE) teve baixa de 5%, para 89,2 pontos. ?A piora do ambiente de negócios, captada por todos os quesitos integrantes do ICI, sinaliza desaceleração da atividade no setor e aumento do pessimismo em relação à possibilidade de reversão da tendência nos próximos meses?, avaliou, em nota, a FGV. O levantamento mostrou ainda que o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) avançou 0,2 ponto percentual, indo de 84,1% em abril para 84,3% em maio. A coleta de dados para a edição de maio da Sondagem foi realizada entre os dias 5 e 23 deste mês com 1.219 empresas. (Fonte: Folha de S. Paulo)
Publicações relacionadas
Nova obra na recepção da ADEMI homenageia as empresas associadas e simboliza a força do mercado imobiliário.
Alta de 11,5% nos imóveis residenciais coloca a capital entre as três com maior valorização do país, segundo o FipeZap. Felipe Melazzo destaca impacto das decisões urbanísticas na formação dos preços
Movimento do Novo Urbanismo chega de forma inédita a Aparecida de Goiânia através da CINQ Inteligência Urbana, que anunciou o primeiro lançamento da Cidade do Amanhã
Residencial conta com pavimento exclusivo de lazer com mais de 1.200 m² e busca suprir demanda por novos imóveis em uma das regiões de maior fluxo econômico da capital, além do crescimento do público investidor interessado em valorização e nos formatos de locação