Após oito meses de queda-de-braço, o governo de Goiás resolveu ceder e aceitar a transferência de 51% das ações da Celg para a Eletrobras em um cenário que considera a concessão apenas até 2015. Em audiência nesta quinta-feira em Brasília, o governador Marconi Perillo e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, anunciaram consenso para finalizar a operação acordada em dezembro de 2011. Além de não poder negociar um valor maior pelas ações, foi confirmado que o Estado terá de captar novo empréstimo, de R$ 1,9 bilhão, por meio da holding CelgPar, que será utilizado para tornar positivo o patrimônio líquido da Celg Distribuição (Celg D). O valor excedente poderá ser utilizado para investimentos. O governo fala em cerca de R$ 800 milhões. Mesmo com todas essas negociações e tratativas, a Celg ainda deve levar cerca de dois anos para apresentar uma melhora real na qualidade de seus serviços. Para isso, terá de investir entre R$ 400 milhões e R$ 500 milhões. A previsão é do diretor econômico-financeiro e de regulação da Celg, Oscar Alfredo Salomão Filho. Hoje, a Celg tem uma dívida total de R$ 4 bilhões, para um faturamento anual de R$ 4,5 bilhões, R$ 1,1 bilhão em contas a receber e o mesmo valor em patrimônio líquido contábil negativo. De acordo com Oscar, 2013 foi positivo e a companhia poderá até fechar com um lucro líquido entre R$ 20 milhões e R$ 50 milhões ou um prejuízo de R$ 30 milhões. (Fonte: O Popular)
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