Assumir o comando da área de gestão de pessoas numa empresa de construção hoje é um dos maiores desafios na vida do profissional de RH. Se o varejo sofre com a elevada rotatividade de seus profissionais, a indústria com a pressão por produtividade e o setor de serviços com o despreparo de sua mão de obra, a construção civil carrega todos esses problemas e mais um pouco. Maior gerador de empregos do Brasil, ao lado de serviços e comércio, o setor da construção fechou o ano passado com um saldo de 107. 024 novos postos de trabalho, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). São novos funcionários que precisam ser treinados, engajados e produtivos para que o setor responda à expectativa de crescimento que se mantém otimista, na casa dos 3%. ?O mercado de construção civil mantém uma taxa de crescimento que varia de ano para ano, mas que sempre cresce?, diz Rodrigo Fleming, gerente regional da Petra Executive Search, consultoria especializada no recrutamento de engenheiros. ?Esse crescimento deverá continuar, pois o maior gargalo para o desenvolvimento do País ainda é a infraestrutura.? Nas mãos do RH está a missão de fazer mais em menos tempo e, muitas vezes, com menos pessoas ? ou com pessoas menos gabaritadas. Entre os profissionais da área, tornou-se consenso que, para sustentar o ciclo de crescimento esperado, o setor precisa elevar sua produtividade, ou seja, utilizar de maneira mais eficiente os recursos disponíveis. Para isso, novas estratégias de atração, recrutamento e, principalmente, formação estão sendo adotadas entre as principais construtoras do País. Os modelos e os nomes variam de empresa para empresa, mas o objetivo é um só: melhorar o time para entregar os resultados mais satisfatórios. Encontrar os profissionais preparados para dar suporte ao crescimento do setor é o primeiro desafio dos gestores de RH. A começar pela caça aos engenheiros. A oferta desse profissional ainda está aquém da demanda do mercado. Em 2013, por exemplo, a Petra assistiu a um aumento de 50% na procura por seus serviços. (Fonte: Exame)
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