A comissão criada com técnicos da Secretaria Municipal de Finanças deve estabelecer o fim da divisão de Goiânia em zonas fiscais para o pagamento do IPTU. Atualmente, a cidade possui quatro zonas que devem dar lugar a oito faixas. Neste caso, vai pesar mais no imposto o valor venal do imóvel em vez da localidade, o que seria a ideia da Prefeitura para o imposto progressivo. Ou seja, imóveis de maior valor gerariam um imposto maior, independente da sua localização. No caso dos imóveis residenciais, por exemplo, a variação das alíquotas é de 0,2% a 0,55%, dependendo da zona fiscal. Com as faixas, a variação continuaria a mesma, mas com mais opções. A tendência atual é que não se tenha nenhuma alíquota maior que 0,55%, mas um índice maior não está descartado. No ano passado, a Prefeitura tentou implantar a mesma ideia de IPTU progressivo em que, nos imóveis residenciais, a alíquota mais cara, para casas de R$ 1 milhão ou mais, era de 0,7%. A localização do imóvel, no entanto, continua sendo levada em conta ao se calcular o valor do metro quadrado construído, que é usado na base de cálculo do IPTU. Esse índice também foi atualizado pela comissão de cerca de 20 membros formada por vereadores, técnicos da Prefeitura e membros da sociedade civil organizada, que se reuniu entre os meses de maio e agosto. O trabalho do grupo, encerrado na última sexta-feira, atualizou toda a planta de valores de terrenos residenciais, comerciais e glebas. (Fonte: O Popular).
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