Se a linha de transmissão da Subestação Carajás na Região Sudoeste não for concluída até julho do ano que vem pode haver racionamento de energia em Goiânia. A declaração é do presidente da Celg, Leonardo Lins, que ontem (20) esteve reunido com o diretor técnico da estatal, engenheiro eletricista Humberto Eustáquio Tavares Corrêa, discutindo alternativas para solucionar o impasse criado pelos moradores do Parque Anhanguera, que não querem a instalação da rede elétrica de alta tensão no setor. Segundo o vice-presidente da Celg, Elie Chidiac, foram levantadas até agora três possibilidades de mudança no projeto original para atender à população: criar desvios na rota da linha; separar os cabos, criando duas redes que passariam uma direta e outra a esquerda do bairro; e construir uma linha subterrânea, cujo custo varia de cinco a dez por cento a mais que a linha de superfície. Apenas 5% das linhas de 138 mil volts instaladas no Brasil são subterrâneas. (Fonte: O Popular)
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