As condições de infraestrutura nos lares brasileiros melhoraram entre 2012 e 2013. No ano passado, foi observada expansão no número de domicílios com acesso à rede geral de abastecimento de água, rede coletora de esgoto e coleta de lixo. Ao mesmo tempo, as residências mostraram número relevante de bens duráveis, como geladeiras, carros e motos. As informações foram reveladas pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE e que mostram variações na vida econômica e social do País. O freio na economia e a inflação mais alta fizeram a desigualdade avançar em 2013, o que não ocorria há 20 anos. O desemprego subiu de 6,1% para 6,5%, com 6,693 milhões de desempregados. Apesar disso, a renda dos trabalhadores aumentou 5,7%. O ganho foi maior para os 10% mais ricos. Entre os 10% mais pobres, o avanço foi de só 3,5%. A Pnad 2014 mostra também que a concentração de renda no País ficou praticamente estável de 2011 a 2013. Não se repetiram os avanços observados entre 2004 e 2009. Para a presidente do IBGE, Wasmália Bivar, ?chega uma hora que é preciso diversificar as políticas?, com foco na base da pirâmide. Isso explica a piora na distribuição de renda.Outro dado da Pnad 2014: Goiás é a terceira unidade da federação que tem mais migrantes em números absolutos no País. Só perde para São Paulo, que tem 10,496 milhões de residentes não nascidos no Estado (24% da população) e Rio de Janeiro, com 2,465 milhões de pessoas (15%). São 1,89 milhão de pessoas de outros Estados vivendo atualmente por aqui. No total, 29,3% da população residente não nasceu em Goiás. As informações são dos jornais Valor Econômico, O Globo, Brasil Econômico, Folha de S. Paulo e O Popular
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