A presidente Dilma Rousseff lançará a terceira versão do Programa de Aceleração do Crescimento sem que o governo tenha concluído 30% das principais obras da primeira versão do PAC, de 2007. Dos 103 projetos destacados na primeira versão do programa, quatro foram abandonados e outros 27 ainda estão sendo tocados. Atrasos e projetos revistos contribuíram para mudança no cronograma das obras iniciais do PAC, selo lançado pelo então presidente Lula para agrupar as ações de infraestrutura. Entre as obras que ainda seguem em andamento estão a usina hidrelétrica de Belo Monte (PA), a transposição do rio São Francisco e a refinaria de Abreu e Lima (PF) da estatal Petrobrás. Ações voltadas para o público mais pobre tiveram bom desempenho, como as de habitação popular e as de acesso à energia elétrica. O governo diz que 82% de todas as obras previstas na primeira versão foram concluídas e que o PAC representa alta significativa no que se refere a planejamento, transparência e execução de obras no País. (Fonte: Folha de S. Paulo)
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