Matéria veiculada na segunda-feira (15/07), no jornal O Povo (CE), destaca o atual cenário do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC): contingenciado, descentralizado por decreto de março do ministro da Economia, Paulo Guedes, e, por fim, encerrado por reforma administrativa do Governo Bolsonaro.
De acordo com a Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, ligada ao Ministério da Economia, Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), o programa, com 12 anos de existência, está encerrado. “O PAC acabou, o que estava em andamento foi descentralizado e cada pasta trata de um grupo de obras (saúde, educação, infra…).”.
Ouvido para a matéria, o presidente da Comissão de Infraestrutura da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Carlos Eduardo Lima Jorge, disse que vê com bons olhos a descentralização dos recursos. “Assim (descentralizado) cada ministério, conhecendo seu próprio orçamento, pode ter mais objetividade e resultados mais práticos”, observa.
Sobre a falta celeridade no anúncio do projeto que irá substituir o PAC – o que corrobora para estagnação da economia e manutenção das elevadas taxas de desemprego. “Como o governo está sendo muito cobrado, porque depois de seis meses a economia não deslanchou e nem muito menos a geração de emprego, eu acho que eles estão tendo a percepção que têm na mão uma oportunidade, com esse conjunto de pequenas obras, de gerar emprego e movimentar a economia regional com muito mais rapidez. A nossa grande expectativa é que o governo tome o programa, certamente com outro nome, como bandeira de curto prazo para geração de emprego”, defende Lima Jorge.
Veja a íntegra da matéria publicada no jornal O Povo (CE).
Fonte: Agência CBIC
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