Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados ontem (18) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o Estado de Goiás perdeu 6.528 postos de trabalho em novembro. A maioria das demissões ocorreu na construção civil, que fechou 4.024 vagas. Foi o segundo maior nível de demissões do País, uma retração de 0,52% de assalariados em relação a outubro. No entanto, este é o melhor resultado dos últimos quatro anos em Goiás para o mês, que tradicionalmente registra desemprego. O Brasil teve criação líquida de 8.381 empregos com carteira assinada em novembro. Ao todo, foram 1.613.006 admissões e 1.604.625 demissões no mês passado. Em novembro de 2013 foram criados 47.486 postos de trabalho no Brasil. O resultado é o pior para o mês de novembro desde 2008, quando o saldo ficou negativo em 40.821. No acumulado do ano foram criados até novembro 938.043 postos de trabalho no Brasil. A criação de vagas formais em novembro foi puxada pelo comércio. O setor foi responsável pela geração de 105.043 postos. Em seguida veio o setor de serviços, com 29.526 vagas. Com saldo negativo, ficaram os setores da Construção Civil (-48.894 postos), Indústria de Transformação (-43.700 postos) e Agricultura (-32.127 postos). (Fontes: O Popular, O Hoje, Valor Econômico)
Publicações relacionadas
Residencial conta com pavimento exclusivo de lazer com mais de 1.200 m² e busca suprir demanda por novos imóveis em uma das regiões de maior fluxo econômico da capital, além do crescimento do público investidor interessado em valorização e nos formatos de locação
“Projeção é atingir 1 milhão de contratos”, afirmou Ministro das Cidades sobre as expectativas de financiamentos para este ano no Brasil; especialistas do setor em Goiânia comemoram o cenário frisando o investimento ativo em lançamentos que se enquadram no programa
Opus aposta no formato e lança o segundo projeto da linha de compactos de alto padrão
Da década de 1970 à conexão com os bairros mais desejados de Goiânia, uma área que guarda traços urbanísticos ultra valorizados no cotidiano