O governador Marconi Perillo pretende iniciar o quarto mandato com a metade da estrutura administrativa desta terceira gestão, promovendo cortes de 14,9 mil servidores comissionados ou temporários e redução de 6 secretarias e 2 agências. Haverá ainda extinção de mil funções comissionadas, exercidas por efetivos, que dão direito a gratificações. A tesoura vai além: ao anunciar o projeto da reforma administrativa ontem (13), com projeto de lei encaminhado à Assembleia Legislativa, o governador adiantou que no dia 5 de dezembro enviará uma segunda proposta de mudanças, desta vez ampliando os cortes para autarquias e empresas. Marconi consultou os presidentes dos três principais partidos de sua base sobre a reforma administrativa: José Eliton (PP), Vilmar Rocha (PSD) e Jovair Arantes (PTB). Não passou detalhes do que pretendia anunciar. O objetivo foi apenas ter carta branca para promover as mudanças no governo. A primeira etapa da reforma criará quatro supersecretarias: Desenvolvimento Econômico e Tecnológico, Cidades e Infraestrutura, Educação, Cultura e Esporte e Desenvolvimento Social e Trabalho. Para isto, deixarão de existir seis pastas, menos cargos no primeiro escalão para contemplar os aliados, sem contar que há pastas da cota pessoal de Marconi (Educação, Segurança, Saúde, Fazenda e Segplan). O governador viajou para o exterior ciente de que haverá pressão. Além de 15 mil servidores comissionados e temporários que devem ficar sem emprego a partir de janeiro, a maior parte dos atuais secretários também ficará. Até porque seus cargos já estão em extinção. Só depois de os projetos da reforma serem aprovados na Assembleia é que começará a ser montada a nova equipe do governo. (Fonte: O Popular, com Coluna Giro/jornalista Jarbas Rodrigues).
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