Apesar de integrantes da base do prefeito Paulo Garcia considerarem que o aumento linear de 57,8% no valor venal dos imóveis para o ano que vem já representa um avanço nas negociações, a proposta ainda enfrenta grande resistência e, levando em conta o posicionamento do chamado bloco moderado da Câmara de Goiânia, dificilmente será aprovada. ?Essa proposta que está aí eu não voto. E quando falo ?eu?, também falo por mais três vereadores. Juntos nós fizemos a diferença na votação passada?, diz o líder do grupo, Zander Fábio (PSL), se referindo à tentativa de aprovar a revisão da planta de valores em 2013, quando os votos dos moderados foram decisivos. ?Mas o prefeito tem demonstrado abertura?, completa. Integrante da base, Wellington Peixoto (PROS) vê o que chama de ?ganho? na proposta da Prefeitura, mas defende que é possível ?reduzir um pouco mais? o aumento no IPTU. Ouvido a respeito dessas tratativas, o empresário da construção civil e presidente do Instituto Cidade, Ilézio Inácio Ferreira, opinou que um tributo baseado em uma planta de valores atualizada seria mais interessante para o mercado imobiliário. Ilézio considerou alto o percentual de 57,8% para reajuste do valor venal dos imóveis para aplicação no IPTU no ano que vem, mas observando que é menor do que seria na outra proposta. (Fonte: O Popular, com Coluna Giro/jornalista Caio Henrique Salgado)
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