Impulsionada por acelerações de preços em sete de nove classes de despesa pesquisadas, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) mais que dobrou entre novembro e dezembro, subindo de 0,38% para 0,79% no período, informou na sexta-feira, 19, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi a taxa mensal mais elevada desde janeiro de 2013 (0,88%). O indicador ficou acima da projeção média de 0,75% apurada pelo Valor Data junto a 18 consultorias e instituições financeiras, e superior ao piso do intervalo das projeções, entre 0,69% e 0,85%. O IPCA-15 é considerado uma prévia do IPCA, índice que baliza o sistema de metas de inflação. No ano, o índice acumula alta de 6,46% até dezembro - acima da taxa de 5,85% apurada em igual período no ano passado. Assim, a prévia do índice voltou a mostrar inflação acumulada abaixo do teto da meta do governo para o ano, de 6,5%. No entanto, a variação de 6,46% foi a taxa anual mais elevada para o indicador em três anos, superando a de 2013 (5,85%); de 2012 (5,78%), e só perdendo para a inflação apurada em 2011 (6,56%). Entre as classes de despesa, os destaques ficaram por conta das acelerações de preços em Alimentação e bebidas (de 0,56% para 0,94%); e em Transportes (de 0,20% para 1,59%). Esses dois grupos responderam por 66% do total da taxa do IPCA-15 do mês. Mas não foram os únicos a mostrar inflação mais pressionada, no período. O IBGE apurou acelerações de preços em Habitação (de 0,56% para 0,71%); Vestuário (de 0,42% para 0,44%); Saúde e Cuidados pessoais (de 0,36% para 0,46%); e em Despesas Pessoais (de 0,37% para 0,71%) ? além de deflação menos intensa em Comunicação (de -0,21% para -0,08%). Em contrapartida, houve desacelerações nos preços de Artigos de Residência (de 0,31% para 0,05%) e de Educação (de 0,18% para 0,10%), no mesmo período. (Fonte: Valor Econômico)
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