A expectativa no governo estadual é que a Celg D possa valer ao menos R$ 10 bilhões quando for colocada à venda em 2017, como está previsto no contrato de federalização com a Eletrobras. Convém lembrar que o Estado repassou neste ano o controle acionário (51%) da estatal goiana por R$ 59 milhões. Palacianos afirmam que não se trata de otimismo. “São vários fatores que devem favorecer uma forte valorização da Celg nos próximos dois anos: o saneamento de suas finanças, a atualização de suas tarifas em mais de 100% até 2016, mais que dobrando seu faturamento, o crescimento do mercado consumidor em Goiás e a renovação de sua concessão”, diz um secretário estadual. O ministro Eduardo Braga (Minas e Energia) sinalizou que anunciará em abril a renovação da concessão de 42 distribuidoras de energia; entre elas está a Celg. Com isso, a Eletrobras espera retomar o processo de venda das sete distribuidoras estaduais que têm controle acionário. (Fonte: O Popular/Coluna Giro-jornalista Jarbas Rodrigues Jr.)
Publicações relacionadas
Mercado imobiliário concentra lançamentos de alto padrão, enquanto famílias com renda entre R$ 3,2 mil e R$ 9,6 mil encontram poucas opções para comprar o primeiro imóvel
Localizado na última quadra do Centro que ainda permite verticalização, no eixo que liga a região à Rua 21 e ao Setor Universitário, projeto alia modelo de investimento chave na mão à proximidade com hospitais, universidades e o Centro de Convenções de Goiânia
Encontro nos dias 27 e 28 de outubro discutirá perspectivas para o mercado imobiliário, futuro do FGTS e oportunidades de infraestrutura na região
Em 20 anos, incorporadora soma 67 empreendimentos lançados e 5.094 unidades entregues; somente nos últimos dois anos, ultrapassou R$ 2,2 bilhões em VGV