A diferença entre contratações e demissões em Goiás teve o pior saldo para o mês de setembro desde 2003, com perda de 4.402 postos de trabalho com carteira assinada, segundo dados do Caged divulgados na quarta-feira (26) pelo governo federal. Foi a maior queda para o Estado neste ano. A variação foi de -0,37% em relação a agosto. No acumulado do ano o saldo é positivo: 1,19. Já no Brasil, o setor privado contratou mais 95 mil pessoas sem carteira assinada, um avanço de 0,9% no total de ocupados nessa condição no período de um ano. O País perdeu 1,306 milhão de vagas com carteira assinada no período de um ano, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado equivale a uma redução de 3,7% no total de trabalhadores formais no setor privado no terceiro trimestre ante o mesmo período de 2015. Ao mesmo tempo, o setor privado contratou mais 95 mil pessoas sem carteira assinada, um avanço de 0,9% no total de ocupados nessa condição no período de um ano. O trabalho por conta própria, entretanto, recuou 1,7% nessa comparação, o equivalente à saída de 378 mil pessoas ocupadas nessa condição. Já o trabalho doméstico avançou 1,8% no terceiro trimestre ante o mesmo período de 2015, com mais 109 mil empregados no período de um ano. O resultado do mercado de trabalho no terceiro trimestre do ano não é favorável e contraria a tendência de melhora esperada pela sazonalidade, avaliou Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE. "A situação não é favorável. Há queda continuada e expressiva de trabalhadores empregados com carteira assinada. A perda dessa carteira de certa forma afeta a qualidade de vida dessas pessoas, especialmente de trabalhadores de renda mais baixa", lembrou Azeredo. (Fontes 0,1 %. (FonteS: O Popular e O Estado de S. Paulo)
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