Os fundos de investimento do tipo DI vão ampliar a vantagem em relação à caderneta de poupança, na maioria dos cenários de resgate, após o Banco Central ter elevado os juros da Selic, esta semana, de 13,75% para 14,25%. Segundo cálculo da Anefac, a associação dos executivos de finanças, mesmo com um ganho líquido de 0,68% ao mês, a caderneta perde para os fundos DI com taxa de administração de até 2% ao ano, em qualquer prazo de resgate. Essas taxas valem nos fundos DI dos grandes bancos. Na simulação, a caderneta ganha dos fundos que têm taxa de administração de 2,5% ao ano se o resgate for feito em até um ano. “A poupança perde em quase todos os cenários”, disse Miguel Oliveira, diretor da Anefac. Os CDBs, as Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio e os títulos Tesouro Selic (antiga LFT), vendidos no site do Tesouro Direto, também ficarão mais competitivos. Segundo os cálculos do professor da FGV Samy Dana, até um CDB com remuneração de 80% do CDI – percentual considerado baixo – baterá a poupança. Esse CDB renderá, líquido, o equivalente a 8,60% ao ano, enquanto a poupança daria 7,44% nas aplicações por um ano. Se o prazo subir para dois anos, o ganho passa a 9,13%. O Tesouro Selic deve render o equivalente a 10,81%, no caso de resgate antes de seis meses, quando incide a maior alíquota (22,5%) de impostos. O cálculo considera custo zero com corretagem. (Fonte: Folha de São Paulo)
Publicações relacionadas
Decorado do Casa Conceito Marista, da Terral Incorporadora, reúne matérias-primas naturais, projeto de iluminação, curadoria de arte e layouts personalizados, traduzindo novas formas de viver os imóveis de alto padrão
Com pets cada vez mais integrados à rotina doméstica, empreendimentos incorporam espaços destinados à convivência e aos cuidados com os animais
Evento será realizado nos dias 27 e 28 de outubro, com debates sobre cenário econômico e político, FGTS, política habitacional, garantias, infraestrutura e projetos industriais no Centro-Oeste.
Vista privilegiada, privacidade, refúgio contra ruídos urbanos e o aproveitamento inteligente da luz e da ventilação naturais elevam o patamar do morar contemporâneo