A terceira etapa do Programa Minha Casa, Minha Vida, anunciada nesta quinta-feira pela presidente Dilma Rousseff, traz a meta de construir 3 milhões de unidades habitacionais a partir de 2015. O lançamento ocorreu durante cerimônia de entrega simultânea de mais de 5 mil moradias da segunda etapa do programa, em 10 cidades. Em Brasília, o presidente da CBIC, José Carlos Martins, participou, no Residencial Paranoá Parque, da cerimônia de entrega das casas, evento que contou com a participação da presidente da República. Na ocasião, Dilma também anunciou o lançamento da terceira etapa do Minha Casa Minha Vida. ?Nosso objetivo ? disse ela ? ?é deixar claro que é possível contratar 3 milhões de moradias, porque aquilo que está dando certo deve ter continuidade.? Sustentou também a presidente que as famílias de menor renda precisam continuar recebendo subsídio quase integral e alertou os empresários para que se preparem com terrenos e discutam com os prefeitos para que a edificação das casas ocorra a partir de 2015. Na primeira etapa do programa foram construídas 1 milhão de moradias e, na segunda etapa, que está em vigor, a meta é chegar a 2,75 milhões de casas até o fim deste ano. A presidente explicou que 350 mil unidades da segunda etapa ainda não foram contratadas, mas garantiu que ?temos competência e capacidade para fazer isso até o fim do ano sem o menor problemas?. Para a presidente da República, o Minha Casa, Minha Vida também gera empregos aos trabalhadores da construção civil e renda para o setor empresarial. Nas cerimônias simultâneas desta quinta-feira, comandadas por ministros, foram entregues 5.460 unidades habitacionais. O Minha Casa Minha Vida financia moradias para famílias com renda até R$ 5 mil por mês. As condições de financiamento variam de acordo com a renda familiar. Para famílias com renda mensal até R$ 1.600 a prestação é 5% da renda. Para famílias que ganham R$ 3.275, o programa dá um subsídio que pode chegar a R$ 25 mil. Para as famílias com ganhos mensais entre R$ 3.275 e R$ 5 mil, o benefício é uma taxa de juros mais baixa do que a dos financiamentos imobiliários tradicionais. (Fontes: CBIC Hoje e Brasil Econômico)
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