Goiás, em 2017, apresentou queda de 3,7%, em relação a 2016, 4º ano consecutivo de queda no número de unidades locais de empresas industriais com 5 ou mais pessoas ocupadas, passando de 6.766 para 6.514 unidades locais, número este compatível com a realidade da Indústria goiana no ano de 2011 (6.513 unidades locais). No Brasil, em 2017, havia 189.018 empresas industriais com 5 ou mais pessoas ocupadas, número 2,9% menor que em 2016, quando eram cerca de 194.843.
Apesar da queda no número de unidades locais na indústria goiana, verificou-se no estado um crescimento de 2,5% na quantidade de pessoal ocupado no ano de 2017, passando de 224.656 pessoas ocupadas em 2016 para 230.243 em 2017, patamar este também semelhante ao ano de 2011 quando o setor ocupou 231.074 pessoas. A nível nacional a indústria empregou 7,21 milhões de pessoas em 31/12/2017, queda de 0,6% em relação a 2016 (7,26 milhões).
Salário médio mensal da indústria goiana cai pelo 4º ano consecutivo e atinge o patamar de 2013
O salário médio mensal goiano caiu 4,4%, passando de 2,63 salários mínimos (s.m.) em 2016, para 2,52 s.m. em 2017. Este é o 4ª recuo consecutivo para esta variável, atingindo o mesmo patamar observado para os anos 2011 a 2013. Os valores observados para Goiás acompanharam o ritmo de queda nacional, que registrou recuo de 2,7% em 2017, quando as pessoas ocupadas receberam 3,29 s.m. contra
3,38 s.m. em 2016. Para o Brasil, verifica-se a menor média salarial da indústria desde o início desta série em 2007.
Os salários, retiradas e outras remunerações tiveram alta, crescendo 4,4% entre 2016 e 2017 no estado de Goiás e 2,9% no Brasil no mesmo período. Já a receita líquida de vendas industriais teve um crescimento de 8,8% no período em Goiás e 7,0% no Brasil.
Fonte: IBGE
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