O valor pago pelas construtoras com licenças, taxas e impostos ao governo tira ainda mais a competitividade das pequenas e médias. Enquanto em grandes grupos o impacto vai a 12% do valor dos imóveis, entre as menores o porcentual chega a 18%. "Às vezes, o construtor precisa pagar três vezes a mesma taxa municipal, em função de mudanças na legislação. Não há clareza e padrão", afirma o presidente da Construminas, Robson Lira. De acordo com estudo da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, o custo do excesso de burocracia para a construção equivale a R$ 18 bilhões ao ano. Além disso, dos cinco anos que um imóvel financiado pelo FGTS pode levar para sair do papel, dois são consumidos pelos processos burocráticos. Entre os principais problemas estão o atraso na aprovação dos projetos pelas prefeituras, a falta de padronização dos cartórios e de clareza nas avaliações das licenças ambientais. Além disso, mudanças na legislação afetam obras já iniciadas, como alteração no plano diretor e no zoneamento. (Fonte: DCI - Comércio, Indústria e Serviços)
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