O Banco Central anunciou na terça-feira, dia 23, a possibilidade de uso de imóvel como garantia de mais de um empréstimo, com potencial de liberação de 60 bilhões de reais em crédito, conforme apresentação do presidente da autarquia, Roberto Campos Neto.
Segundo o documento, em caso de inadimplência em uma das operações garantidas, as demais vencem antecipadamente.
O Banco Central também anunciou que reduziu de 50% para 35% o Fator de Ponderação de Risco (FPR) nas exposições de Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGE), quando o depositante se tratar de instituição associada ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
De acordo com o BC, a redução do FPR vem no sentido de garantir a estabilidade financeira, promover o funcionamento regular dos mercados e melhorar as condições de liquidez das instituições financeiras de pequeno porte.
“Ainda que as instituições financeiras individualmente apresentem atualmente níveis confortáveis de capital e de liquidez, acima dos requerimentos mínimos estabelecidos, a proposta possui caráter macroprudencial”, afirmou a autoridade monetária, em nota.
Em 23 de abril, o Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou que as instituições financeiras captem DPGEs de outras instituições associadas ao FGC.
As captações são garantidas pelo FGC até o valor máximo de R$ 400 milhões do total de créditos de cada instituição titular contra a instituição ou conglomerado emissor do DPGE, informou o Banco Central na ocasião.
Para os demais titulares, foi mantido o valor garantido de até R$ 40 milhões aprovado pela Resolução nº 4.799, de 6 de abril de 2020.
Fonte: Exame
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