A recessão da economia brasileira afetou em cheio o setor imobiliário. As empresas demitiram e precisaram equalizar o caixa para passar pelo período de forte queda nas vendas de imóveis. "Quando o PIB (Produto Interno Bruto) sobe, o PIB do nosso setor sobe mais ainda. Em contrapartida, quando o PIB cai, o setor imobiliário sofre mais. Foi o que aconteceu. Passamos por uma retração importante e o setor seguiu essa queda", disse Luiz Antonio França, presidente da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), durante o programa Imóveis, apresentado por Ricardo Reis, estruturador de negócios e fundos imobiliários.
Segundo ele, a queda só não foi maior porque o segmento de baixa renda manteve um bom ritmo de vendas. "O segmento da baixa renda teve uma resiliência importante. Como a demanda é muito grande, por conta do déficit habitacional, esse segmento continuou a produzir. Senão nós teríamos muito mais desemprego e a queda da arrecadação tributária teria sido muito maior", explicou França.
Assista a entrevista completa aqui.
Fonte: Abrainc
Publicações relacionadas
A incorporadora anuncia dois empreendimentos para serem lançados neste ano na capital goiana, sendo um no setor Bueno e outro no Jardim América
A parceria entre a FIABCI-Brasil e o Secovi-SP segue sólida e comprometida com a valorização do mercado imobiliário. Em 2026, o Prêmio Master Imobiliário chega à sua 32ª edição, consolidando mais de três décadas de reconhecimento à excelência, à inovação e às melhores práticas do setor no Brasil.
Dados da Ademi-GO evidenciam a valorização consistente do metro quadrado na região; lançamentos recentes da Sousa Andrade Construtora corroboram o movimento. Agora, a empresa se prepara para atender à demanda por unidades ultra compactas, tipologia atualmente inexistente nos principais bairros da capital
Este tipo de empreendimento entrou na mira dos desejos de muitas famílias que buscam unir, dentro de um bairro, todas as vantagens que possui uma cidade de pequeno porte