Após vários meses extinguindo postos de trabalho por causa da pandemia do novo coronavírus, o país voltou a criar empregos formais em julho. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, 131.010 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.
Em Goiás, a construção civil figura como a segunda atividade que manteve uma harmonia entre contratação e demissão. O setor admitiu 5.134 e desligou 3.861, com um saldo positivo de 1.273. em primeiro lugar está a indústria, com um saldo de 2.470 postos de trabalho. “Por aqui a construção civil gerou empregos, pois o setor realizou lançamentos no primeiro trimestre. Agora, no segundo semestre, teremos o início dessas obras, gerando assim mais contratações. O saldo contratação-demissão está positivo, com o consumidor aproveitando o bom momento com juro baixo e oferta de crédito para comprar imóveis”, destaca o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO), Roberto Elias. Ao todo, Goiás contabiliza a abertura de 36.587 postos de trabalho e fechou 31.658 vagas, com um saldo positivo de 4.929 postos.
No país, essa foi a primeira vez desde fevereiro em que o emprego formal cresceu. Na divisão por ramos de atividade, a estatística no país foi liderada pela indústria, com a abertura de 53.590 postos. O indicador inclui a indústria de transformação, de extração e de outros tipos. Com 41.986 novos postos, a construção vem em segundo lugar, seguida pelo grupo comércio, reparação de serviços automotores e de motocicletas, com 28.383 novas vagas. Em quarto lugar, vem o grupo que abrange agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, com 23.027 postos. O único setor a registrar fechamento de postos de trabalho foi o de serviços, com a extinção de 15.948 postos.
No entanto, no acumulado do ano, no entanto, o mercado de trabalho continua sentindo o impacto da pandemia. De janeiro a julho, foram fechadas 1.092.578 vagas, o pior resultado para os sete primeiros meses do ano desde o início da série histórica, em 2010.
Fonte: Assessoria com Agência Brasil
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