Volta à pauta da Câmara dos Deputados a apreciação do PL nº 1358 de 2015, dos deputados Paulo Pereira da Silva (SD/SP), Leonardo Picciani (PMDB/RJ) e Mendonça Filho (DEM/PE), que torna a remuneração das contas vinculadas ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) igual à correção da caderneta de poupança. O setor apoia a melhoria da rentabilidade do FGTS, mas defende o aperfeiçoamento da matéria. Se o projeto de lei for aprovado, a proposta vai gerar insegurança e impacto nas políticas sociais do País, podendo acarretar o desequilíbrio dos contratos em andamento e comprometer novos financiamentos habitacionais. Dada à relevância do assunto, a CBIC reforça a importância de as entidades associadas sensibilizarem os deputados da sua base e os líderes partidários para que se posicionem favoravelmente a uma discussão mais profunda (a retirada da urgência) do que está sendo proposto pelo PL, bem como das consequências da sua eventual aprovação. Não sendo possível o aprofundamento da discussão, a CBIC defende que seja considerada a proposta de distribuição de parte dos resultados das aplicações do FGTS, contida no PL nº 2459 de 2015, de autoria do deputado Carlos Marun (PMDB/MS). (Fonte: CBIC Hoje)
Publicações relacionadas
Com pets cada vez mais integrados à rotina doméstica, empreendimentos incorporam espaços destinados à convivência e aos cuidados com os animais
Evento será realizado nos dias 27 e 28 de outubro, com debates sobre cenário econômico e político, FGTS, política habitacional, garantias, infraestrutura e projetos industriais no Centro-Oeste.
Vista privilegiada, privacidade, refúgio contra ruídos urbanos e o aproveitamento inteligente da luz e da ventilação naturais elevam o patamar do morar contemporâneo
Enquanto o imóvel em construção permite maior planejamento do pagamento, unidades prontas oferecem agilidade e mais previsibilidade sobre aquilo que está sendo adquirido