A inflação da cesta de produtos e serviços mais consumidos pelas famílias de baixa renda, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), subiu 0,46% em outubro, mesma taxa de setembro, informa a Fundação Getulio Vargas (FGV). No mesmo período do ano passado, a alta foi de 0,73%. Aluguel, contas de gás e água foram os itens que mais pesaram no bolso dessas famílias no mês passado. A alta do grupo alimentos, o de maior peso, desacelerou. Com o resultado de outubro, o indicador acumula alta de 4,97% no ano, e de 6,24% nos últimos 12 meses. O IPC-C1 mede a inflação das famílias com renda até 2,5 salários mínimos (R$ 1.810 mensais) e em outubro ficou acima da inflação geral, medida pelo IPC-BR, que subiu 0,43%. Na comparação do acumulado em 12 meses, contudo, o IPC-C1 ficou abaixo do IPC-BR, que subiu 6,84%. (Fonte: Valor Econômico)
Publicações relacionadas
Residencial conta com pavimento exclusivo de lazer com mais de 1.200 m² e busca suprir demanda por novos imóveis em uma das regiões de maior fluxo econômico da capital, além do crescimento do público investidor interessado em valorização e nos formatos de locação
“Projeção é atingir 1 milhão de contratos”, afirmou Ministro das Cidades sobre as expectativas de financiamentos para este ano no Brasil; especialistas do setor em Goiânia comemoram o cenário frisando o investimento ativo em lançamentos que se enquadram no programa
Opus aposta no formato e lança o segundo projeto da linha de compactos de alto padrão
Da década de 1970 à conexão com os bairros mais desejados de Goiânia, uma área que guarda traços urbanísticos ultra valorizados no cotidiano