Sucesso nos anos 1960, o desenho animado “Os Jetsons” apresentava ao mundo uma tecnologia residencial inimaginável, como equipamentos comandados à distância, o café que aparecia pronto e a fatia de pão que pulava da torradeira na hora certa. E, embora ainda não exista a empregada-robô que fala e interage com os patrões, acredite: muita coisa já virou realidade.
“Hoje em qualquer lugar que a pessoa estiver, com apenas um toque no celular é possível abrir cortinas, ligar a TV, ajustar a temperatura do ambiente”, afirmou Joanna Félix, especialista de inteligencia de mercado, do grupo Zap, São Paulo. Moda no mercado imobiliário, o lar “high-tech” ou de alta tecnologia está presente em 300 mil residências no Brasil, segundo dados da divulgados pela Aureside (Associação Brasileira de Automação Residencial).
E a tendência, ainda segundo pesquisa, é de que o mercado que investiu US$32 bilhões em 2015 em casas inteligentes deve colocar até US$ 78 bilhões em 2022. “A partir de 2015, construtoras e empreiteiras começaram a investir mais em tecnologia, também em áreas comuns. Geralmente, esses novos modelos de moradia são construídos em áreas centrais e de alta padrão”, afirmou Joanna Félix, especialista em inteligência de mercado do grupo Zap, de São Paulo.
Ainda segundo ela, o fato de as pessoas estarem buscando espaços cada vez menores para viver, fez com que o setor imobiliário começasse a investir pesadamente em áreas compartilhadas e em tecnologia. “Hoje, por exemplo, é comum encontrar apartamentos com tomadas USB e com escadas com medidor de calorias”, continuou. Sensores e temporizadores que ajudam a controlar luzes e aparelhos eletrônicos, e que podem ser acessados por meio de smartphones ou comando de voz, já são realidade.
Para Eduardo Lucas de Souza Freitas, diretor de soluções, da empresa Outbox automação, de São José, o “high-tech” deixou de ser artigo de luxo para se tornar um recurso do dia a dia. Trata-se, segundo ele, de um sistema acessível. “O valor para implantar a automação residencial varia de acordo com a necessidade do cliente e da tecnologia utilizada. A partir de R$5.000 já é possível iniciar um projeto”. afirmou ele.
Fonte: Portal O Vale
Publicações relacionadas
Com a retomada do trabalho presencial cada vez mais presente nas empresas, projetos business passam a incorporar natureza, paisagismo e áreas de convivência como elementos de bem-estar e valorização dos espaço
Evento reúne especialistas do mercado para discutir certificações, financiamento verde, industrialização e experiências práticas de sustentabilidade na construção civil.
Incorpora ABRAINC 2026 chega à 9ª edição como principal fórum presencial da incorporação imobiliária
Evento reúne lideranças do setor para discutir cenários, desafios e estratégias que devem orientar a incorporação imobiliária brasileira em 2027.
Nomeado a partir de sua inspiração, empreendimento Bauhaus terá interiores com peças de Oscar Niemeyer, Sérgio Rodrigues, Jorge Zalszupin e Ricardo Fasanello; ainda em construção, prédio está localizado na esquina mais emblemática de Goiânia, em frente ao Parque Vaca Brava