Não serão apenas as torneiras que devem ficar vazias em decorrência da crise hídrica. As carteiras também vão sofrer as consequências, principalmente aquelas cujos donos não sabem ou não querem poupar água. Na manhã de ontem, a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) anunciou uma taxa de contingência de 40% na tarifa para todos os consumidores que usarem mais que 10 mil litros de água por mês. Com a medida, o aumento real vai deixar a conta de quem não poupar 20% mais cara. Ainda que a crise hídrica seja considerada a maior da história, os valores só passam a ser coletados no caso de o nível da Barragem do Descoberto ou de Santa Maria atingir 25% — até ontem, eles estavam em 34,68% e 47,86%, respectivamente. O anúncio, porém, não é definitivo. A agência realiza, na próxima segunda-feira, uma audiência pública para discutir a decisão com a sociedade civil. A tarifa, amparada pela Resolução nº 15, de 16 de setembro de 2016, é sugerida como forma de pressionar os consumidores a diminuírem o uso de água: a norma estipula uma economia média de 12% a 15% para quem não quiser pagar mais. Na prática, a medida afetará qualquer imóvel residencial que consuma mais que 10m³ de água por mês (10 mil litros), o que dá uma média de 330 litros diários para uma casa. (Fonte: Correio Braziliense)
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