"O mercado imobiliário paranaense está retomando o fôlego depois de um período de crise. Um sinal deste aquecimento é o crescimento, em Curitiba, do número de entregas pelas construtoras. A alta foi de 18% no primeiro semestre deste ano e, ao todo, 855 novos imóveis residenciais foram colocados para jogo no período. No entanto, o estoque da capital nunca esteve tão baixo. Em relação a 2018, o número é 24% menor. É, inclusive, o mais baixo dos últimos nove anos. Os dados são da ADEMI-PR e mostram que a cidade tem pouco mais de 5,5 mil apartamentos disponíveis, ante uma demanda que gira em torno de 20 mil unidades por ano."
Conforme explicado pelo presidente da associação, Leonardo Pissetti, no estoque de Curitiba, dos mais de 5 mil imóveis disponíveis, 900 estão no mercado especial, o que representa 18%. Em São Paulo, essa categoria soma 40% de oferta. O que mostra que esse setor está saudável.
Outro nicho são os imóveis entre R$ 215 mil e R$ 300 mil. O público é de jovens famílias que querem imóveis perto do trabalho ou do sistema viário e são os mais beneficiados com a volta do crédito. Representam 35% da demanda retida, sendo que a oferta é 25%. No momento, faltam terrenos que viabilizem esses empreendimentos dentro Curitiba. O resultado é que os imóveis acabam migrando para a região metropolitana. Ou, vão ganhando espaços na zona Sul ou Norte, nos extremos, em bairros como o Santa Cândida, Fazendinha, Neovile, Capão Raso, Pinheirinho.
Em seguida vêm os imóveis entre R$ 400 mil e R$ 700 mil, que atendem à classe média- sendo a classe que inclusive é a que mais sofre para sair de uma crise, pelo volume de despesas. Seguido dos produtos de “alto padrão, entre R$ 700 mil a R$ 1 milhão”.
Fonte: Portal VGV
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