O Brasil ganhou cinco posições no Índice Global de Inovação (IGI) deste ano, subindo do 69º para o 64º lugar em um ranking de 126 países. No entanto, o avanço não coloca o país na liderança da inovação na América Latina, que segue com o Chile na primeira posição regional. A classificação é publicada anualmente pela Universidade Cornell, pelo INSEAD e pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI). A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) são parceiros do IGI.
O 64º lugar é melhor do Brasil desde 2014. Nos dois últimos anos, o Brasil ficou estagnado na 69ª posição. Entre as áreas em que o país se destacou estão gastos com P&D, importações e exportações líquidas de alta tecnologia; qualidade de publicações científicas; e universidades, especialmente as de São Paulo (USP), Campinas (Unicamp) e Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
“O Índice Global de Inovação é muito importante para a construção e o aperfeiçoamento das políticas de inovação no Brasil, uma vez que aponta nossas oportunidades para melhoria e nossos pontos fortes. Também é um instrumento vital para a definição de novas políticas. Com a revolução industrial que está por vir, a inovação ganha um novo peso no desenvolvimento e na competitividade das nações, e o Brasil deve se dirigir para esse caminho”, afirma Robson Braga de Andrade, presidente da CNI.
Para o professor da Universidade de Cornell e um dos editores do IGI, Soumitra Dutta, a melhora do país se deveu a maior engajamento das lideranças empresariais e ampliação do diálogo com os governantes.
(Com informações da Agência de Notícias da CNI)
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