O senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) criticou na segunda-feira, 9, o ?exagero de burocracia" que afeta a construção e a aquisição da casa própria, aumentando em até 12% o valor final do imóvel para o proprietário, segundo dados do Sindicato das Empresas de Construção Civil do Distrito Federal e da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do DF. O senador acrescentou que isso equivale a R$ 18 bilhões por ano, considerando-se os financiamentos com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e da caderneta de poupança, com base na média das unidades novas entregues anualmente. Trata-se, segundo Rollemberg, de um custo extra pago pela sociedade. Além disso, alertou que a burocracia atrasa também a entrega da casa própria. Dos cinco anos que o imóvel financiado pelo FGTS pode levar para sair do papel, ou seja, do projeto à entrega, dois anos são consumidos apenas pelos problemas burocráticos, disse o senador, que citou como exemplo a demora na aprovação dos projetos pelas prefeituras, falta de padronização dos cartórios e ainda falta de infraestrutura de água, luz e esgoto. ?No DF hoje diversas pessoas que compram imóveis em setores novos da cidade vivem problemas graves, porque o empreendedor constrói o prédio, mas a companhia de água de Brasília ou a companhia de luz não faz a ligação de luz no período acordado. Atrasa seis, oito, dez meses. Isso gera um conflito porque a pessoa acaba acionando o construtor no Procon. E o cidadã
O senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) criticou na segunda-feira, 9, o ?exagero de burocracia" que afeta a construção e a aquisição da casa própria, aumentando em até 12% o valor final do imóvel para o proprietário, segundo dados do Sindicato das Empresas de Construção Civil do Distrito Federal e da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do DF. O senador acrescentou que isso equivale a R$ 18 bilhões por ano, considerando-se os financiamentos com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e da caderneta de poupança, com base na média das unidades novas entregues anualmente. Trata-se, segundo Rollemberg, de um custo extra pago pela sociedade. Além disso, alertou que a burocracia atrasa também a entrega da casa própria. Dos cinco anos que o imóvel financiado pelo FGTS pode levar para sair do papel, ou seja, do projeto à entrega, dois anos são consumidos apenas pelos problemas burocráticos, disse o senador, que citou como exemplo a demora na aprovação dos projetos pelas prefeituras, falta de padronização dos cartórios e ainda falta de infraestrutura de água, luz e esgoto. ?No DF hoje diversas pessoas que compram imóveis em setores novos da cidade vivem problemas graves, porque o empreendedor constrói o prédio, mas a companhia de água de Brasília ou a companhia de luz não faz a ligação de luz no período acordado. Atrasa seis, oito, dez meses. Isso gera um conflito porque a pessoa acaba acionando o construtor no Procon. E o cidadão, que poderia já estar morando há seis meses, oito meses, um ano tem uma despesa extra de pagamento de aluguel?, alertou o senador. (Fonte: Agência Senado)
Publicações relacionadas
Campanha chama atenção para a construção de um trânsito mais seguro e humano; incorporadora adota medidas para reduzir impactos das obras no entorno e contribuir para a mobilidade urbana
Aposta visionária da Opus transforma e ressignifica o setor em uma das zonas mais quentes do mercado imobiliário
Ana Lídia Moura venceu o Casa Palme com mais de 5 mil votos do público após quatro dias de imersão no reality; resultado foi anunciado no lançamento do Surya, novo condomínio fechado da Palme Incorporadora, em Goiânia
Com conceito de "cidade vertical", novo empreendimento promete transformar a região do Bueno e Oeste
Projeto une moradia, trabalho e conveniência a poucos passos de novo polo de serviços