Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, adiantou algumas novidades do novo “Minha Casa, Minha Vida“, previsto para ser anunciado em julho deste ano.
Uma das principais mudanças no programa está no benefício oferecido às famílias participantes das faixas 1 (com renda até R$ 1,8 mil) e 1,5 (com renda até R$ 2,6 mil) do programa. Segundo o ministro, ao invés de subsídio e redução nas taxas de juros do financiamento, as famílias terão o direito de alugar um imóvel por valores simbólicos.
A ideia de promover um “aluguel social”, como chamou o ministro, surgiu após a comercialização irregular de imóveis financiados pelo programa ter se tornado uma prática muito comum. O ministério identificou que o número de famílias que vendem os imóveis aumentou consideravelmente, o que acaba por prejudicar os demais participantes.
O programa, que também deve ganhar um novo nome, exigirá que as famílias interessadas no benefício frequentem ações sociais do governo, como projetos de capacitação para o mercado de trabalho. O plano é fazer com que o aluguel seja uma realidade temporária, o que seria possível a partir de um desenvolvimento da organização familiar como um todo.
As faixas 2 (com renda até R$ 4 mil) e 3 (com renda até R$ 9 mil) do programa não serão afetadas pela mudança. As condições de financiamento e subsídio permanecerão as mesmas tanto para famílias quanto para solteiros cadastrados.
Fonte: ZAP em Casa
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