Uma das propostas que está sendo analisada pela área técnica do governo federal para a terceira etapa do Programa Minha Casa, Minha Vida é a criação de uma faixa intermediária de renda, entre R$ 1,3 mil e R$ 2,25 mil mensais, para que as famílias se enquadrem na parcela do programa onde a compra da casa é quase integralmente bancada por subsídio. Os técnicos do governo consideram que a faixa intermediária possibilitará que famílias que vivem ? supõe-se - em uma grande cidade como São Paulo consigam ser contempladas pelo programa com condições mais favoráveis. A ideia é estabelecer uma regra para que a faixa intermediária atenda prioritariamente as regiões Sul e Sudeste. Isso diante da avaliação de que no Nordeste, por exemplo, não existe esse tipo de problema e, portanto, as famílias estão sendo "bem atendidas". A proposta atende pleito da CBIC, apresentado pela própria entidade à presidente da República, Dilma Rousseff, no dia 28 de abril, durante audiência, em Brasília.
Publicações relacionadas
Entre pais que inspiraram filhos e filhos que abriram caminho para os pais, histórias de famílias ligadas ao mercado imobiliário revelam relações que vão muito além do trabalho
Conselho Jurídico da CBIC debate industrialização, desafios regulatórios, relações de trabalho e medidas para ampliar a segurança jurídica e a produtividade do setor.
Com população idosa em crescimento acelerado, incorporadoras investem em soluções que unem acessibilidade, autonomia e design para atender ao público 60+
Contribuindo com a qualificação urbana de Goiânia, Sousa Andrade Construtora participou do Programa Adote uma Praça, promovendo intervenções de paisagismo, acessibilidade, iluminação e infraestrutura