A indústria da construção civil espera ter este ano uma definição importante do governo federal: a continuidade do programa Minha Casa, Minha Vida, cuja segunda fase, iniciada na atual gestão, acabará no final de 2014. O programa estava previsto para 2 milhões de unidades - que somadas à primeira fase totalizariam 3 milhões. Foi ampliado em mais 750 mil unidades, sendo que apenas 510 mil restaram para ser contratadas neste ano. "Se mantivermos o ritmo, a tendência é ultrapassarmos esses números, porque a demanda é muito grande", diz Teotonio Rezende, diretor de habitação da Caixa Econômica Federal, seu principal agente financiador. Além de ser um programa social importante para a redução do déficit habitacional, principalmente no da faixa de menor poder aquisitivo da população, o Minha Casa, Minha Vida é um dos maiores impulsionadores do setor e do desenvolvimento das construtoras de menor porte. "É um mercado tão importante que muitas empresas grandes também abriram subsidiárias para explorá-lo", diz Rezende, acrescentando que a presidente Dilma Rousseff já sinalizou com a possibilidade da terceira fase.
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