A Prefeitura de Goiânia estuda nova expansão urbana da Capital ou a desapropriação de áreas por interesse social para reduzir os preços de terrenos, que têm inviabilizado a construção de casas populares pelo programa Minha Casa, Minha Vida. ?Temos 5,4 mil unidades em obras e 9,6 mil em análise financeira pela Caixa, mas o custo elevado das áreas pode inviabilizar a construção de novas moradias?, diz o secretário Wagner Siqueira (Habitação). Proprietários de grandes áreas têm preferido o loteamento, por conta do maior retorno financeiro que o de empreendimentos de casas populares, pois a Caixa paga R$ 60 mil por cada unidade. Além do custo da área e da construção, o programa federal exige infraestrutura (asfalto e energia) nas ruas onde são construídas as moradias. O prefeito Paulo Garcia (PT) prometeu em sua campanha de reeleição construir 40 mil casas populares até 2016. (Fonte: O Popular/Coluna Giro/jornalista Jarbas Rodrigues Jr./15.11.13)
Publicações relacionadas
Nova obra na recepção da ADEMI homenageia as empresas associadas e simboliza a força do mercado imobiliário.
Alta de 11,5% nos imóveis residenciais coloca a capital entre as três com maior valorização do país, segundo o FipeZap. Felipe Melazzo destaca impacto das decisões urbanísticas na formação dos preços
Movimento do Novo Urbanismo chega de forma inédita a Aparecida de Goiânia através da CINQ Inteligência Urbana, que anunciou o primeiro lançamento da Cidade do Amanhã
Residencial conta com pavimento exclusivo de lazer com mais de 1.200 m² e busca suprir demanda por novos imóveis em uma das regiões de maior fluxo econômico da capital, além do crescimento do público investidor interessado em valorização e nos formatos de locação