O Brasil está entre os recordistas globais do chamado desemprego ampliado, mostra estudo do banco Credit Suisse. O levantamento indica que o País tem a sexta maior taxa de desemprego ampliado entre 31 países desenvolvidos e emergentes. A taxa de desemprego tradicional considera apenas quem procura trabalho. A ampliada inclui quem faz bico por falta de opção e trabalha menos do que poderia. Análise feita pela Folha de S. Paulo em estatísticas do Ministério do Trabalho mostra que os novos contratados com carteira assinada estão recebendo, em média, 21% menos do que os demitidos da mesma ocupação. É o dobro da desvantagem do início da década, quando a taxa de desemprego despencou. As novas vagas, segundo o IBGE, estão predominantemente no mercado informal. (Fontes: O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo)
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