A disparada do dólar não leva os brasileiros apenas a refazer planos de viagens ao exterior ou a economizar nos importados, agora muito mais caros. Com a valorização de até 70% nos últimos 12 meses, a moeda norte-americana começa a pressionar custos de produção como alimentos e remédios e pode obrigar famílias a mudanças maiores no perfil do consumo. No caso de medicamentos, que têm 90% da matéria-prima importada, a indústria prevê problemas mesmo com preços administrados. “Os descontos vão desaparecer nas farmácias”, diz o presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos de São Paulo, Nelson Mussolini. O setor agropecuário também admite dificuldades para manter valores das carnes no mercado interno, já que uma parte maior da produção será exportada. O impacto no preço do pão, avisam produtores, será sentido em breve. O valor da moeda em 4 de setembro do ano passado estava em R$ 2,24; neste 4 de setembro agora, em R$ 3,84. Quem segura? (Fonte: Estado de Minas)
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